Condições do transporte de refeições

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Segurança e agilidade

A alimentação transportada permite o fornecimento de refeições onde não há estrutura apropriada para sua produção. Entretanto, esse formato apresenta alguns desafios, pois o transporte deve garantir a integridade e a qualidade do produto.

Para que não ocorram perdas nas refeições e outros danos à saúde do consumidor por contaminações durante o transporte, é necessário adotar medidas de boas práticas e segurança alimentar.

Atualmente a principal responsável pela fiscalização e regulamentação do transporte de alimentos no Brasil é a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Contudo, cada estado e município também pode apresentar órgãos e normas complementares.

Condições do transporte de refeições

Dentre as normas mais utilizadas atualmente, estão a 326 da Vigilância Sanitária, bem como a 275 da ANVISA e a RDC 216, que se trata de um regulamento técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.

Com isso, auxiliam no controle necessário, para oferecer produtos qualificados para consumo nos destinatários:

  • Data de validade;
  • Monitoramento de temperatura;
  • Embalagens;
  • Cuidados com o armazenamento dos alimentos;
  • Identificação por meio de etiquetas;

Antes de tudo, ao padronizar os processos de transporte de refeições e seguir as exigências estabelecidas, a credibilidade e competitividade da empresa aumentam frente ao mercado.

Além disso, o risco de contaminação e desperdícios é reduzido, e os clientes são beneficiados, por obter um alimento de maior qualidade no destino final.

No Sistema Genial, através de relatórios e etiquetas, é possível controlar o envio das refeições transportadas, visualizando informações por serviços, receitas e centros de consumo.


Saiba mais em:

Relatórios para te ajudar na produção

RDC

Você trabalha com refeições transportadas?

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